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Começam de uma hora para outra e mesmo quem já está habituado às crises de asma, não deixa de ficar preocupado. Afinal, a crise asmática é uma das principais causas clínicas de consultas em emergências e pode levar à morte. Mas é importante ressaltar que sua gravidade é influenciada por diversos fatores e, de modo geral, essas crises são leves, sendo controladas com uso de baixas doses de broncodilatadores. Nos casos mais graves pode ser necessária internação em CTI ou uso de respirador artificial.

A crise asmática, se interrompida precocemente, tem pequena chance de evoluir de forma grave. Por isso a pessoa asmática deve estar apta a reconhecer os sinais que indicam uma crise em sua fase inicial e usar os medicamentos recomendados por seu médico.

 

 

Outros modos de reconhecer a crise

 

Além de dados clínicos, o uso de aparelhos de medida de pico de fluxo expiratório (peak flow) pode ser útil ao reconhecimento da crise. Esses aparelhos são portáteis e simples e podem ser usados diariamente para a monitorização da função respiratória de pessoas com asma moderada ou grave. Quando o paciente observa que seu peak flow caiu mais que 30% do que normal, isso representa uma crise, mesmo na ausência de sintomas.

 

Como tratar a crise

 

Uma vez reconhecida a crise, é preciso fazer o possível para interrompê-la. Para isso, devem ser utilizados broncodilatadores de ação curta, como salbutamol e fenoterol ou a combinação destes com bromento de ipatrópio, por via inalatória, seja em spray ou nebulização. Salmeterol, formoterol, aminofilina e teofilina apesar de excelentes broncodilatadores não devem ser utilizados na crise asmática, pois demoram a fazer efeito.

Os broncodilatadores de ação curta devem ser utilizados com intervalos de 20 minutos, até que os sintomas melhorem. Se após sua utilização, por três vezes, não ocorrerem mudanças no quadro clínico, é preciso procurar atendimento médico imediato.

É sempre importante, ainda que não seja uma prioridade na crise, lembrar de lavar a boca, bochechar com água e cuspir após o uso de broncodilatadores para evitar tremor e palpitações, efeitos colaterais comuns de broncodilatadores.

 

 


 IMPORTANTE

  •  Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As
  •  informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

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