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O laboratório Barth está com uma novidade para você: Os resultados dos exames poderão ser enviados por email diretamente para o endereço eletrônico do paciente. Agora você pode recebê-los no conforto de sua casa.

É o Laboratório Barth facilitando sua vida.

Para receber os resultados de seus Exames realizados no Laboratório Barth, o paciente deve informar o seu endereço de e-mail no momento da coleta. É importante também que o paciente informe sua preferência pelo recebimento dos laudos eletronicamente.

 

 

  • Estudo investiga doenças cardiovasculares e diabetes
  • OMS alerta para descontrole no tratamento do colesterol
  • Cadastro pela Internet para doadores de medula

  • Brasil é um dos poucos que oferece testes de resistência a antirretrovirais

 

 

04 de março de 2011

Estudo investiga doenças cardiovasculares e diabetes

Devem ser divulgados ainda este ano os primeiros resultados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto - ELSA www.elsa.org.br, o maior já feito no Brasil sobre doenças cardiovasculares e diabetesjá feito no Brasil. Também serão analisados outras variáveis, como escolaridade dos pais, condições socioeconômicas da infância, idade em que começou a trabalhar e até características do local de residência devido à influência nos hábitos de vida.

O estudo, que começou em 2008, é realizado com 15 mil voluntários, dos 35 aos 74 anos, todos funcionários públicos na ativa ou aposentados das seis instituições que participam do Elsa - Fiocruz, universidades de São Paulo (USP), federal da Bahia (UFBA), do Espírito Santo (Ufes), de Minas Gerais (UFMG) e do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Os participantes foram entrevistados, fizeram exames de sangue e urina, eletrocardiograma, ecocardiograma, ultrassonografia de carótidas e abdome e velocidade de onda de pulso. Também se submeteram a diversas medições: peso, altura em pé e sentado (marcador de desnutrição na infância); circunferência da cintura; e ITB (Índice Tornozelo-Braquial), que verifica a rigidez das artérias.

Para as mulheres foi adotada uma abordagem diferente, que inclui histórico de gestações, data inicial e final de suas menstruações, uso de reposição hormonal e de anticoncepcional.

Segundo a coordenadora do Elsa no Rio de Janeiro, Dora Chor, da Fiocruz, o estudo ganhará mais importância à medida que os participantes forem analisados por, no mínimo, dez anos.

Fontes do artigo

Agência Fiocruz de Notícias

 

 

 

15 de fevereiro de 2011

OMS alerta para descontrole no tratamento do colesterol

Estudo da Organização Mundial de Saúde - OMS, feito com 147 milhões de pessoas em oito países mostra que a maioria da população que têm níveis elevados de colesterol não se trata ou não sabe que apresenta esse problema. Foram analisados habitantes da Alemanha, Escócia, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Jordânia, México e Tailândia.

Segundo a OMS, esse é o maior trabalho já feito até agora no mundo que mostra a extensão da falta de tratamento para colesterol elevado. Na Tailândia, por exemplo, 78% dos adultos pesquisados nunca tinham feito um exame para identificar se apresentavam o problema, enquanto 53% dos japoneses em idade adulta tinham o diagnóstico de colesterol alto mas não se tratavam. O trabalho foi publicado na edição de fevereiro do Bulletin da OMS.

“Os medicamentos para reduzir o colesterol estão disponíveis em muitos lugares, apresentam bons resultados e são importantes para ajudar a reduzir a incidência de doenças cardiovasculares no mundo. Apesar disso, a cobertura de medicamentos eficazes para o controle do colesterol elevado continua a ser muito baixa”, diz um dos autores Gregoy Roth, do Instituto para Métrica e Avaliação da Saúde nos Estados Unidos.

Fontes do artigo
OMS, Labtest



08 de novembro de 2010

Cadastro pela Internet para doadores de medula


A partir de janeiro de 2011, o cadastro no Registro Nacional de Doares de Medula Óssea (Redome) do Instituto Nacional de Câncer (Inca) será feito pela Internet, segundo o coordenador do serviço, o hematologista Luis Fernando Bouzas.

Atualmente, os doadores devem fazer seu cadastro através dos hemocentros. Mas os interessados devem entrar em contato pelo e-mail redome@inca.gov.br ou pelo telefone (21) 3207 5238.

Qualquer pessoa na faixa etária dos 18 aos 55 anos pode se inscrever como doadora de medula óssea. Para fazer isso, ela deve fornecer seus dados pessoais e fornecer uma amostra de sangue.

Com isso, o Inca pode fazer os testes que determinam a característica genética desse doador. As informações serão mantidas no banco de dados do Redome e cruzadas posteriormente com os dados do paciente. O doador cadastrado poderá ser chamado para fazer a doação até completar 60 anos.

Bouzas destacou a importância da atualização dos dados dos doadores para o caso de eles serem chamados para fazer a doação de sangue a pacientes compatíveis. O telefone serve para obter informações sobre o processo e tirar dúvidas de pessoas interessadas em doar medula óssea.

Os pacientes que precisam buscar doador são inscritos, pela Internet, no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme) pelos seus médicos assistentes.

Bouzas esclareceu que a coleta da medula óssea não representa nenhum risco para o doador. “É um procedimento seguro. O doador não sofre nenhum tipo de problema ou sequela. Não é tirado nenhum pedaço dele, já que a medula óssea é aquele material líquido, gelatinoso, parecido com o sangue, que tem dentro dos ossos. Não tem nada a ver com a medula espinhal ou o sistema nervoso central.”

Segundo o médico, a coleta é um procedimento simples. Dentro de três ou quatro dias, o doador já pode voltar às suas atividades normais. “Não há razão para ficar com medo. Mais de 50 mil transplantes são realizados por ano em todo o mundo”. Ele lembrou que a doação de medula pode salvar vidas. “E a gente conta com a solidariedade das pessoas para participar do registro.”

A doação de medula óssea é vetada, entretanto, às pessoas que tiveram ou têm doenças transmissíveis pelo sangue, caso da hepatite B e C e da aids. Elas não podem ter também nenhum tipo de câncer, doenças infecciosas ou ligadas à medula óssea. Segundo Bouzas, há cerca de 70 doenças com indicação para transplante de medula óssea. Entre elas, citou leucemias agudas e crônicas, linfomas e doenças da medula óssea, como anemias graves e congênitas.

Segundo o Inca, 30% dos pacientes têm um doador compatível na família que, em geral, é um irmão. Os restantes 70% não possuem doador na família e dependem do doador listado no Redome.

 

Fontes do artigoNOTA: Este artigo se baseia em pesquisas que incluíram as fontes citadas e a experiência coletiva de Lab Tests Online Conselho de Revisão Editorial. Este artigo é submetido a revisões periódicas do Conselho Editorial, e pode ser atualizado como resultado dessas revisões. Novas fontes citadas serão adicionadas à lista e distinguidas das fontes originais usadas.

Agência Brasil

10 de novembro de 2010

Brasil é um dos poucos que oferece testes de resistência a antirretrovirais


Testes de genotipagem podem ser feitos gratuitamente nos laboratórios da Rede Nacional de Genotipagem. A partir do resultado, se estabelece um novo esquema de tratamento.

Apenas 3% do total de pacientes com aids utilizam os novos medicamentos indicados para pessoas com resistência ao vírus, devido ao uso de antirretrovirais há muito tempo. Isso corresponde a cerca de 4 a 5 mil indivíduos, dos 190 mil com HIV ou aids que recebem tratamento pelo Sistema Único de Saúde.

De forma geral, a resistência pode ocorrer quando existem dificuldades em tomar os remédios da forma recomendada pelo médico. Outro motivo é quando se interrompe o tratamento e o vírus da aids desenvolve resistência ou o indivíduo toma outros medicamentos, que interferem na ação dos antirretrovirais, como por exemplo, alguns recomendados para tratamento de úlceras ou gastrites.

Para detectar se há resistência aos antirretrovirais, é necessário fazer o exame de genotipagem oferecido na rede de saúde. A partir do resultado, se estabelece um novo esquema terapêutico.

“O Brasil é um dos poucos países que promovem acesso a genotipagem gratuitamente”, afirma o assessor-técnico Ronaldo Hallal, da unidade de Assistência e Tratamento do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Os testes de genotipagem são feitos nos laboratórios da Rede Nacional de Genotipagem.

O darunavir, a etravirina, a enfuvirtida e o raltegravir são medicamentos que funcionam como alternativas para pessoas com resistência. Para utilizá-los, o paciente deve preencher os critérios de indicação, a serem analisados por câmaras técnicas estaduais, formadas por especialistas. “A medida tem o propósito de evitar o uso excessivamente precoce de terapias que devem ser utilizadas na ausência de outras opções de tratamento”, explica Hallal.

 

Fonte

Depto. de DST/Aids do Ministério da Saúde